Oi!
Não estou fazendo nada, vish!
Queria até dizer agora
Saudade no meu peito me matando
Choro dia e noite e ainda estou brincando
Ei!
Eu já te dei bom dia, sim
Saudade não tem hora própria
Conto os minutos da sua volta
Escrevo dia e noite e ainda verso prosa
Olá!
Eu quero te saudar aí
Saudade do saudar de outrora
Um beijo, um abraço e um até logo
Sabendo que amanhã é o dia da sua volta
Mostrando postagens com marcador pensamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pensamento. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
sábado, 23 de abril de 2011
A minha Páscoa
E Cristo ressuscitou
Salvando a vida de muitos
Esquecera do meu avô
O meu velhinho é demais
Melhor que o criador
De longe, imagem sagrada
Pra mim, foi o salvador
Giuseppe, coisa mais rara
Pra mim, foi o salvador
Vai com Giuseppe, oh Deus
A Páscoa é do meu avô.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Fortuna
Riqueza incompleta
Orgulho dourado
Fortuna que possa
Pagar um trocado
Trocado que seja
Tampouco acabado
Fortuna que passa
Orgulho arranhado
A sorte de hoje
É amar intrigado
Fortuna da vida
Estar ao teu lado
Pergunta pra mim
Por que ficas assim?
Intriga-me sempre
Apaixona-me, enfim
sábado, 26 de março de 2011
Os Meus Sete Mares
Suave rascunho
Uma folha
Um lápis
Um conjunto
De idéias
E tragédias
E sonhos
E mares
São sete naquele mundo
Aqui dentro, são tantos
Lá é definido, quantificado
Cá é mais bonito, interminável
Azul
Branco
Preto
Vermelho
O meus mares tem mais cores
Digo mais, tem mais amores
Talvez até tenham palmeiras
Onde canta o sabiá
Como autor
Não tenho medo
De escrever
E velejar
Uma folha
Um lápis
Um conjunto
De idéias
E tragédias
E sonhos
E mares
São sete naquele mundo
Aqui dentro, são tantos
Lá é definido, quantificado
Cá é mais bonito, interminável
Azul
Branco
Preto
Vermelho
O meus mares tem mais cores
Digo mais, tem mais amores
Talvez até tenham palmeiras
Onde canta o sabiá
Como autor
Não tenho medo
De escrever
E velejar
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Cidadezinha
Naquela esquina, tão bonita,
Mora ali o Seu Leonardo.
Gente boa, um bom idoso,
Sempre sentado, é um barato!
Logo em frente, tem a casa
Da sua filha, a Joaquina.
Nobre donzela, refinada,
Caiu nos braços do padeiro,
João Carlos, trapaceiro,
Joga no bixo, o trambiqueiro!
A padaria é só boato,
O animal do dia? É o veado,
Irmão do traste, Ronaldinho,
Que joga bola no domingo,
Alí atrás, lá no campinho.
No veado, ficou rico!
E o Seu Leonardo? Coitado!
E a Joaquina? Pobrezinha!
E o João Carlos? Mercenário!
E o Ronaldinho? Espertinho!
Esse é o mal de cidadezinha.
terça-feira, 9 de março de 2010
Hipnose
Observe o relógio,
O balançar do relógio.
Para um lado e para o outro
Com uma angulação tão similar.
Perceba agora os ponteiros,
O pequeno e o grande,
O grande e o pequeno,
Por hora, na hora, um minuto e um tempo,
Fechando... Abrindo...
O relógio no vento.
Abrindo... Fechando...
O tormento está dentro.
Marcadores:
arte pela arte,
pensamento,
suspense
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Embaixo do Armário
Coloque a mão, lá no fundo,
Onde você não alcança.
Lá está bem escuro!
Será que ali encontro esperança?
Sem a visão, sem audição,
Apenas o tato como amigo.
Procurarei sempre o mais dificil,
Mesmo com os perigos do desconhecido,
Onde a poeira se faz presente,
Onde o inesperado já é sabido.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Labirinto
Virando a direita,
Não tem mais saída.
Virando a esquerda,
A mesma rotina.
Seguindo em frente,
Volto ao passado.
O mesmo caminho
Aqui desenhado.
O mais engraçado
É essa agonia
De saída...
Quero ficar
Sem me perder.
Somente, esperar.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Cartilha
Se tudo tem seu tempo,
A finitude é certa.
Caímos numa falácia,
Já que existe o infinito.
Constante mesmo,
Só aquilo que é imponderável,
Incompreensível.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Marchinha de Carnaval
A máscara do Obama é a nova sensação.
Vou garantir a minha,
Não vou dar mole não!
Roberto Jefferson e José Dirceu,
Continuam no bem bom!
Ainda são líderes partidários,
Mandam e desmandam no salão!
A máscara do Obama é a nova sensação.
Vou garantir a minha,
Não vou dar mole não!
E o mensalão do DEM
É com dinheiro no meião!
Arruda, meu querido,
Pularemos de montão!
A máscara do Obama é a nova sensação.
Vou garantir a minha,
Não vou dar mole não!
Marcos Valério está soltinho.
Vai com a Dilma, sangue bom!
Financie sua campanha
E monte outro mensalão!
A máscara do Obama é a nova sensação.
Vou garantir a minha,
Não vou dar mole não!
O rei Momo e a Colombina
Aderiram ao mensalão.
Será que nós podemos...
Nós podemos? Acho que não!
A máscara do Ozama é a nova sensação.
Vou fugir logo com a minha,
Não vou dar mole não!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Soldado
Orvalho da madrugada,
O sereno integrado ao clima de volta,
Um frio tão terno, ambiente encoberto.
Fugere Urbem não está com nada,
Não quero o cercar das rosas,
O campo molhado.
Quero friozinho,
Na cidade natal,
Da minha Aurora.
Fumaça? Com o tempo dissipa.
Barulho? Ao seu lado, não ouço.
Não vou mais embora.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
O Futuro de Davi
Briguei com o mundo.
Até pode ser.
Briguei com você.
Não tenho porquê.
Só tenho a perder!
Briguei por você.
Só por você!
De hoje em diante,
Assim deve ser!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Soberba
Sonoro, eu te amo.
Sonora canção.
Sabida certeza,
Singela emoção.
Soa a nota mais nobre.
Sai a música
Sobre os versos mais ternos.
Sente a letra mais simples.
Só a escrita
Somada aos timbres eternos.
Somente esse canto,
Sussurra ação.
Sonora cantiga,
Soberbo, coração.
Marcadores:
arte pela arte,
pensamento
domingo, 1 de novembro de 2009
Sobrenatural
Um veneno de cobra
Um tormento bem lento.
Eu amo e não sei
Mas eu sinto por dentro.
Eu falo ou não falo.
Espanto-me ou aceito
Um amor inovado,
Com risos bem largos,
Que vem me prendendo?
Jogo pro tempo,
Sábio e astuto,
Rápido e justo,
O meu sentimento.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Barulho Essencial
A inquietude me domina.
Conversas vazias me pertubam.
Amanhã é um novo dia!
Quem me dera, gostaria
De viver uma vida pouco estressante.
Se com silêncio eu não vivo,
Na gritaria, um instante.
Marcadores:
arte pela arte,
pensamento
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Porta-retrato
Embrulhado como esse?
Nunca ví, mais que presente!
Um toque na capa, um papel diferente.
Um beijo no rosto e um "tchau" bem ausente.
Um retrato guardado, tão chato,
Impertinente.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Conversinha
- Você vai beber, o quê?
- Escolhe uma coisa que eu dou pra você.
- Qualquer coisa, pode ser.
- Cafezinho, leitinho, vai lá! Só dizer.
- Eu quero isso assim... Isso assim, pode ser?
- Claro que sim. Isso sim pode ser.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)