sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Último Poema


O sol está tão bonito!
Assim, de cara,
Já estou sorrindo!

Estou tão calmo...
Sossegado,
Certo disso tudo.

Não foi rápido.
Foi astuto!
Foi legal, em absoluto.

Minha inspiração,
Minha escritora de coração!
A minha paixão.

O meu último poema,
Não tem nada de tristeza.

De hoje em diante,
Só escreverei após envolvê-la.

Logo, até amanhã.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Cartilha


Se tudo tem seu tempo,
A finitude é certa.
Caímos numa falácia,
Já que existe o infinito.

Constante mesmo,
Só aquilo que é imponderável,
Incompreensível.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Imperfeição


Quero,
você aqui bem perto!
Assim de um jeito sério.
Buscando algo mais,
Do que causar!

Espero,
você aqui bem perto!
Sentindo o cheiro certo.
Buscando algo mais,
Do que amar!

Tolero,
você aqui bem perto!
Em sintonia até num credo.
Buscando algo mais,
Do que rezar!

Vou mudar a sua vida,
Felicidade é garantida.
Quero!

Não quero nostalgia
Se permita, viva a vida!
Espero!

Agora, ri apaixonadinha...
Desculpa ai, foi culpa minha!
Tolero!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Marchinha de Carnaval


A máscara do Obama é a nova sensação.
Vou garantir a minha,
Não vou dar mole não!

Roberto Jefferson e José Dirceu,
Continuam no bem bom!
Ainda são líderes partidários,
Mandam e desmandam no salão!

A máscara do Obama é a nova sensação.
Vou garantir a minha,
Não vou dar mole não!

E o mensalão do DEM
É com dinheiro no meião!
Arruda, meu querido,
Pularemos de montão!

A máscara do Obama é a nova sensação.
Vou garantir a minha,
Não vou dar mole não!

Marcos Valério está soltinho.
Vai com a Dilma, sangue bom!
Financie sua campanha
E monte outro mensalão!

A máscara do Obama é a nova sensação.
Vou garantir a minha,
Não vou dar mole não!

O rei Momo e a Colombina
Aderiram ao mensalão.
Será que nós podemos...
Nós podemos? Acho que não!

A máscara do Ozama é a nova sensação.
Vou fugir logo com a minha,
Não vou dar mole não!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Soldado


Orvalho da madrugada,
O sereno integrado ao clima de volta,
Um frio tão terno, ambiente encoberto.

Fugere Urbem não está com nada,
Não quero o cercar das rosas,
O campo molhado.

Quero friozinho,
Na cidade natal,
Da minha Aurora.

Fumaça? Com o tempo dissipa.
Barulho? Ao seu lado, não ouço.
Não vou mais embora.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O Primeiro Encontro


Um rosto sem barba
E muita diversão.
Isso é tudo que eu espero,
Assim me desespero...
- Ai meu Deus, como é que eu ajo?
Palpita o coração!

Tenho medo de tudo...
Preciso até de ajuda!
O primeiro encontro sempre assusta.
Eu não estou tão preparada
- Sei lá, vou ficar muda!

Talvez, eu tenha que esperar.
Todavia, vai chegar.
Isso é mais que previsão
Isso está no coração
De quem ama em silêncio
E é devagar no entendimento...

Não tem mais como negar
Só dá bandeira, olha lá!

Espera sempre minha declaração.
Muito chato, vai! Diz logo:
Quero ouvir o que eu ja sei,
Porque eu não falarei.
Quero ouvir só de você
O gritar do meu coração.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Isabel


Nos devaneios de Isabel,
Quase surto em desapego.
Sonhar acordado? Não estou mais sujeito.
Não a desejo. Estou longe do céu.

Com tanto desleixo
E uma ação fora do eixo.
Vejo por hora o que é verdadeiro,

O que era de fato não tem mais tempeiro.
De agora em diante. Só eu por inteiro:

- Caiu uma gota da linda Isabel.