Suave rascunho
Uma folha
Um lápis
Um conjunto
De idéias
E tragédias
E sonhos
E mares
São sete naquele mundo
Aqui dentro, são tantos
Lá é definido, quantificado
Cá é mais bonito, interminável
Azul
Branco
Preto
Vermelho
O meus mares tem mais cores
Digo mais, tem mais amores
Talvez até tenham palmeiras
Onde canta o sabiá
Como autor
Não tenho medo
De escrever
E velejar
sábado, 26 de março de 2011
sábado, 25 de dezembro de 2010
Silvia
Silvia,
Diante daquele nome
Ah, que triste nome!
Não concebo nem um bom dia
Pobre moça...
Eu sou pobre mas sou Pedro
Distinta estirpe
Alcunha de rei
Nem mesmo rica
Ficarei com a bonita Silvia
Diante daquele nome
Ah, que triste nome!
Não concebo nem um bom dia
Pobre moça...
Eu sou pobre mas sou Pedro
Distinta estirpe
Alcunha de rei
Nem mesmo rica
Ficarei com a bonita Silvia
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Santuário
Não escuto vozes
Apenas uma
Nada além da sua
Não é um sopro
São só palavras
E o seu sussuro
É de aceitação
Nada de espanto,
Capas e mentiras...
Nada se esconde
Da sua mente
E, em si, da gente
Não tenha medo
Religião
Apenas uma
Nada além da sua
Não é um sopro
São só palavras
E o seu sussuro
É de aceitação
Nada de espanto,
Capas e mentiras...
Nada se esconde
Da sua mente
E, em si, da gente
Não tenha medo
Religião
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domingo, 18 de julho de 2010
Em pleno inverno
Com esse tempo, em pleno inverno,
Quero vestir o seu abraço.
Singelo abraço inigualável,
Gostoso aperto energizado,
Só ele aquece o meu coração.
domingo, 16 de maio de 2010
Outro Lado
Suprimir um peito
Com um ato de desleixo
Parece findo a certo ponto
Diante ao ato homérico
De Amizade, estar por perto,
Sentir-se-ia no mesmo conto
Triste e enclausurada.
Será que a minha rosa rara
Não percebe que quero sonho?
Sem me preocupar, sem brigar,
Sem me entristecer, sem chorar,
Quero ser feliz e contigo estar.
sábado, 1 de maio de 2010
Deus das Nuvens
Ando tão alto
Que pareço enxergar
Acima de prédios e torres
Tomar cuidado?
Tranqüilize-se.
O meu pisar é bem leve
O meu chover é moderado
Controlo a Terra
Gota a gota.
Nos vãos de luzes
Enxergo o seu rosto
E a noite cai
E a Lua está perto
Estrela cadente
Desejo sair do céu
Estar além da sua mente
Ver o Sol.
Deixa trovejar
Nascer furacões
Desejo ser mortal.
Conhecer o amor
Ao tocar seu coração.
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
Forró a dois
Conceda-me essa dança
Cola comigo com jeitinho
Bem juntinho
Envolvirei você com os meus simples e fáceis modos de bailar
(E vou) Me apaixonar!
Soa o triângulo
Dançaremos certo e com denguinho
Engraçadinho
Quero ter você por essa noite, hoje e sempre, só a dois
Forrozear!
Encosta nesse lado
Vire o pescoço e o seu cheirinho
Exclusivinho
Eu a conduzirei nesse forró como pudesse viajar
(E o seu perfume) A me enebriar!
Toca o sanfoneiro
Passos todos sincronizadinhos
Bonitinhos
Esqueça todo o tempo, seguro que todo ele vai passar
Em um piscar!
Só que esse forró
Envolve sempre muita sintonia
Covardia...
Rosto um no outro, bocas perto, como vou me segurar?
(Não tem porquê né) Vou te beijar!
Curte esse momento
Encosta no meu peito, felizinha
Grudadinha
Levarei você desse jeito até o dia clarear...
Quero logo te amar!
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