Riqueza incompleta
Orgulho dourado
Fortuna que possa
Pagar um trocado
Trocado que seja
Tampouco acabado
Fortuna que passa
Orgulho arranhado
A sorte de hoje
É amar intrigado
Fortuna da vida
Estar ao teu lado
Pergunta pra mim
Por que ficas assim?
Intriga-me sempre
Apaixona-me, enfim
Suave rascunho
Uma folha
Um lápis
Um conjunto
De idéias
E tragédias
E sonhos
E mares
São sete naquele mundo
Aqui dentro, são tantos
Lá é definido, quantificado
Cá é mais bonito, interminável
Azul
Branco
Preto
Vermelho
O meus mares tem mais cores
Digo mais, tem mais amores
Talvez até tenham palmeiras
Onde canta o sabiá
Como autor
Não tenho medo
De escrever
E velejar
Silvia,Diante daquele nomeAh, que triste nome!Não concebo nem um bom diaPobre moça...Eu sou pobre mas sou PedroDistinta estirpeAlcunha de reiNem mesmo ricaFicarei com a bonita Silvia
Não escuto vozes
Apenas uma
Nada além da sua
Não é um sopro
São só palavras
E o seu sussuro
É de aceitação
Nada de espanto,
Capas e mentiras...
Nada se esconde
Da sua mente
E, em si, da gente
Não tenha medo
Religião
Com esse tempo, em pleno inverno,Quero vestir o seu abraço.Singelo abraço inigualável,Gostoso aperto energizado,Só ele aquece o meu coração.
Suprimir um peitoCom um ato de desleixoParece findo a certo pontoDiante ao ato homéricoDe Amizade, estar por perto,Sentir-se-ia no mesmo contoTriste e enclausurada.Será que a minha rosa raraNão percebe que quero sonho?Sem me preocupar, sem brigar,Sem me entristecer, sem chorar,Quero ser feliz e contigo estar.
Ando tão alto
Que pareço enxergar
Acima de prédios e torres
Tomar cuidado?
Tranqüilize-se.
O meu pisar é bem leve
O meu chover é moderado
Controlo a Terra
Gota a gota.
Nos vãos de luzes
Enxergo o seu rosto
E a noite cai
E a Lua está perto
Estrela cadente
Desejo sair do céu
Estar além da sua mente
Ver o Sol.
Deixa trovejar
Nascer furacões
Desejo ser mortal.
Conhecer o amor
Ao tocar seu coração.